2ª Temporada de Exposições 2013

Período: 12 de junho à 28 de julho de 2013

Exposições:
Fábulas Instantâneas, de Priscilla Pessoa
Os corpos que buscamos, de Zilá Soares
A impressão que fica, de Cícero Rodrigues, Daniela Rodrigues, Liege Dreyer, Luana Oliveira, Ong Pei Hun, Oswaldo Guimarães, Rafael Maldonado, Rodrigo Lopes e Willian Menkes
Acervo MARCO, de Lídia Baís

Fundação de Cultura promove 2ª Temporada de Exposições 2013 do Marco
O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, através de sua Fundação de Cultura (FCMS), realiza em sua unidade, o Museu de Arte Contemporânea (Marco), a 2ª Temporada de exposições 2013, nesta terça-feira (11), às 19h30. A 2ª Temporada conta com quatro mostras: Fábulas Instantâneas de Priscilla Pessoa; Os corpos que buscamos de Zilá Soares; A impressão que fica – coletiva dos artistas: Cícero Rodrigues, Daniela Rodrigues, Liege Dreyer, Luana Oliveira, Ong Pei Hun, Oswaldo Guimarães, Rafael Maldonado, Rodrigo Lopes e Willian Menkes e Acervo- obras de T. Lídia Baís.

A exposição Fábulas Instantâneas, da artista plástica campo-grandense Priscilla Pessoa, traz para a segunda temporada de exposições do Marco um conjunto de aquarelas sobre o hábito contemporâneo de postar retratos nas redes sociais o qual também não deixa de fora a própria artista (confira https://www.facebook.com/priscilla.pessoa.12). Priscilla lança um olhar sobre a necessidade que as pessoas têm atualmente de deixar suas marcas por meio das novas ferramentas de comunicação na internet, de forma instantânea, banal e de mascarar o que quiserem.

A mostra Os corpos que buscamos, acrílicas e bastão oleoso sobre papel da artista, também natural de Campo Grande, Zilá Soares, retrata o ser humano e sua materialidade por meio do corpo e o tratamento que ele recebe da mídia, ora como objeto ora como suporte à provocação, ao desejo, invocados pelas silhuetas sensuais sobre intensos fundos vermelhos.

A coletiva de gravuras A impresssão que fica, dos artistas Cícero Rodrigues, Daniela Rodrigues, Liege Dreyer, Luana Oliveira, Ong Pei Hun, Oswaldo Guimarães, Rafael Maldonado, Rodrigo Lopes e Willian Menkes nos revela por meio da delicadeza da impressão da matriz, seja ela, linóleo, pedra, madeira ou metal, toda a complexidade, elaboração e precisão que envolve a técnica da gravura, considerada uma das mais antigas entre as linguagens da arte.

Acervo, obras de T. Lídia Baís, vem para reforçar ainda mais o papel do Marco como importante instituição na promoção de intercâmbios culturais e na difusão do conhecimento da arte. Entendendo que seu expressivo acervo, que conta com mais de 1500 obras nas mais diversas modalidades das linguagens visuais, não deve permanecer confinado e restrito à sua reserva técnica, o Marco, facilitando ainda mais o acesso do público aos bens culturais, apresenta um recorte da vasta obra de Lídia Baís, uma das primeiras artistas plásticas modernas do Estado de MS, nunca antes vista. A mostra reúne fotos de família, lembranças organizadas pela própria artista e seus diários.

A segunda temporada estará aberta à visitação de terça a sexta das 12 às 18 horas. Sábado, domingo e feriado das 14 às 18 horas. Início: 11/06/2013. Término: 28/07/2013. Para mais informações e agendamento com escolas para a realização de visitas mediadas com as artes educadoras do Programa Educativo, ligar no telefone (67) 3326-7449. O Museu de Arte Contemporânea fica na rua Antônio Maria Coelho, 6000, no Parque das Nações Indígenas.

Gisele Colombo/Karina Lima

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