2ª Temporada de Exposições 2009

Período: 10 de junho à

Exposições:

A Arte de Colecionar-te – A arte pelos olhos de um colecionador
Desenho e Cerâmica – Irani constrói a sua arte, de Irani Bucker
Tradição e Ruptura, de Lídia Baís
Cores da Cidade Branca, de Nilvana Moreno Mujica

Marco apresenta 2ª Temporada de Exposições com 4 mostras de arte

Campo Grande (MS) – O Museu de Arte Contemporânea (Marco), unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), inaugurou esta semana a 2ª Temporada de Exposições 2009, com quatro mostras: “A Arte de Colecionar-te” – A arte pelos olhos de um colecionador, “Desenho e Cerâmica” – Irani constrói a sua arte, de Irani Bucker, “Tradição e Ruptura”, de Lídia Baís e Cores da “Cidade Branca”, de Nilvana Moreno Mujica.

“Nesta nova temporada de exposições, o museu oferece um espaço para que a população possa ter acesso a obras de artistas regionais, nacionais e internacionais, consagrados sob a óptica daquele que não produz arte, mas que a aprecia e a incentiva”, explicou a coordenadora do Marco, Maysa Barros.

A mostra “A Arte de Colecionar-te” – A arte pelos olhos de um colecionador , estarão em exposição dentre os artistas nacionais, os trabalhos de Bruno Giorgi, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Siron Franco e Yutaka Toyota. Da arte regional, destacam-se Humberto Espíndola, Edson Castro e Evandro Prado. A mostra também traz obras de artistas internacionais da Argentina, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Honduras, Inglaterra, Uruguai e Venezuela.

Na exposição “Desenho e Cerâmica” – Irani constrói a sua arte, a artista plástica campo-grandense Irani Bucker, com mais de 30 anos dedicados à arte, incorpora suas experiências de vida e revela em seus desenhos e uma nova fase de suas esculturas em cerâmica. Após a fase “Beatas”, “Profanas” e “Cabeças”, surgem as esculturas de mulheres mais velhas, à espera de suas aulas de hidroginástica.

Na segunda temporada, o Marco concretiza ainda mais as predileções de uma artista da terra. Na exposição Tradição e Ruptura, o museu proporciona aos visitantes, os caminhos percorridos por Lídia Baís, desde os seus trabalhos mais acadêmicos até os modernistas, evidenciado no conjunto de sua obra. Lídia é considerada uma das mais importantes figuras femininas modernistas de Mato Grosso do Sul.

Em Cores da Cidade Branca, Nilvana Moreno Mujica, com seu trabalho de intervenção no piso do Marco, resgata os casarios de Corumbá e de algumas fazendas, ladrilhos do século XIX, e se apropria da estética da azulejaria com alterações de escalas e misturas de padrões, criando uma única estampa adesiva.

Nadjanara Morbeck

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